quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

TRAIÇÃO PODE SER HERANÇA GENÉTICA

João Durval “traiu” partido e votou em Renan na eleição do Senado


O relato de uma apuração informal dos senadores da República sobre os votos depositados nas urnas para eleger Renan Calheiros como presidente da casa foi publicada no blog do jornalista Josias de Souza e, de acordo com ele, o parlamentar baiano João Durval (PDT) se revelou um “traidor”. Em teoria, o pai de João Henrique deveria votar no candidato do próprio partido, Pedro taques. Mas, na hora H, deu as mãos a Renan.
 
Segundo o relato, o PDT de Taques tinha cinco votos para fortalecer sua candidatura, mas no fim das contas apenas três foram depositados para si. Além de Durval, o colega mineiro Zezé Perrela também teria preferido Renan e foi outro silvério do partido. A lista de Judas políticos no Senado não para nos pedetistas, mas também tem nomes entre o PSDB, que havia prometido coesão em torno de Taques contra Renan, mas só lhe cedeu cinco dos 11 votos que tinha.
 
Ao todo, Pedro Taques recebeu apenas 18 votos e foi derrotado por um vitaminado Renan, dono de 56 votos. O pedetista sabia, porém, que a derrota era inevitável e sequer discursou confiante na tribuna antes do pleito. “É como um perdedor que ocupo hoje esta tribuna”, disse ao começar sua explanação. Entre os baianos, apenas Lídice da Mata (PSB) votou em Taques, em acordo do PSB articulado pelo governador pernambucano Eduardo Campos. Os socialistas foram os únicos a votar em unicidade, uma vez que os outros partidos também viram seus “vira-folhas”.

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